18.4.17

Como se apaixonar, de Cecelia Ahern

Como se apaixonar, escrito por Cecelia Ahern

Editora: Novo Conceito
Páginas: 347
ISBN: 9788581637860
Tradutora: Bárbara Menezes de Azevedo Belamoglie

Depois de não conseguir evitar que um homem acabasse com a própria vida, Christine passa a refletir sobre o quanto é importante ser feliz. Por isso, ela desiste de seu casamento sem amor e aplica as técnicas aprendidas em livros de autoajuda para viver melhor.
Adam não está em um momento muito bom, e a única saída que ele encontra para a solução de seus problemas é acabar com sua vida. Mas, para a sorte de Adam, Christine aparece para transformar sua existência, ou pelo menos tentar ajudá-lo. Ela tem duas semanas para fazer com que Adam reveja seus conceitos de felicidade. Será que ele vai voltar a se apaixonar pela própria vida?

Como se apaixonar é o décimo primeiro livro de Cecelia Ahern, a autora de PS Eu te amo, um dos meus filmes preferidos da vida (nesse caso acho o filme melhor que o livro).

Na história, Christine acaba assistindo a um suicídio e pouco tempo depois quase presencia outro. Adam está prestes a pular de uma ponte, mas Christine o impede. Contudo, ele diz a ela que lhe dá duas semanas para mudar sua vida ou ele vai se matar de qualquer jeito.

E então acompanhamos esses 15 dias nos quais Christine tenta consertar todos os problemas de Adam e o segue de forma superprotetora a fim de impedir que ele acabe com sua vida. Christine é uma leitora assídua de autoajuda e usa dessa artifício para procurar uma maneira de ajudá-lo.

O romance, com algumas partes engraçadas, é narrado em primeira pessoa, por Christine, e tem uma linguagem muito simples e rápida de ler.

Eu não gostei muito do livro. Primeiro, porque achei a escrita simples demais. Com isso, a autora se torna repetitiva e não deixa espaço para o leitor participar ativamente da leitura. Segundo, porque achei a história toda bem previsível. E, por fim, não gostei da protagonista. Achei a Christine um pouco chata, uma personagem um pouco apagada e 'sem sal' para ser o foco da narrativa.

Mas também tem seus pontos positivos. O Adam é um personagem cativante. A família da Christine é engraçada, eu adorava toda vez que seu pai e suas irmãs apareciam na história. A leitura é leve, divertida e traz boas reflexões sobre a vida.

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