21.8.16

Trono de Vidro, de Sarah J. Maas

Trono de Vidro, escrito por Sarah J. Maas

Editora: Galera Record
Páginas: 392
ISBN: 9788501401380
Tradução: Bruno Galiza / Lia Raposo / Rodrigo Santos e Mariana Kohnert
Nas sombrias e sujas minas de sal de Endovier, uma jovem de 18 anos está cumprindo sua sentença. Celaena é uma assassina, a melhor de Adarlan. Aprisionada e fraca, ela está quase perdendo as esperanças quando recebe uma proposta. Terá de volta sua liberdade se representar o príncipe de Adarlan em uma competição, lutando contra os mais habilidosos assassinos e larápios do reino. Endovier é uma sentença de morte, e cada duelo em Adarlan será para viver ou morrer. Mas se o preço é ser livre, ela está disposta a tudo
Em Trono de Vidro, a personagem principal não é uma princesa ou uma mocinha meio atrapalhada, é uma assassina: Celaena Sardothien. Apesar disso, ela é tão humanizada na história que não tem como não sermos cativados e torcermos por ela.

Na narrativa, o príncipe Dorian vai buscá-la em Endovier, lugar em que ela está presa há um ano trabalhando em uma mina de sal, para que ela participe de uma competição para se tornar a assassina do rei. Celaena odeia o rei, mas como essa é a única chance de ela conseguir sua liberdade, ela topa o desafio.

Ela é levada para o castelo no qual passa por treinamentos e desafios para que se torne a campeã. Além disso, acompanhamos o surgimento de laços afetivos com Chaol, o guarda responsável por ela, que inicialmente não confiava nem um pouco na assassina, e com Dorian, o príncipe.

A fantasia toda é muito bem construída, tanto o cenário quanto as personagens. Ao longo da narrativa, vamos nos aproximando de Celaena e entendendo-a melhor, assim como Dorian e Chaol. Ficamos envolvidos pela competição, pelo triângulo amoroso e por alguns mistérios que rondam o castelo.

Celaena é uma personagem forte. Apesar de passar por situações difíceis, ela deixa a insegurança de lado e usa de suas habilidades (que não são poucas) para atacar e se defender.

O único ponto que me incomodou um pouco foi que, em alguns momentos, achei a escrita um pouco enrolada, discorrendo longamente sobre um assunto que eu já tinha entendido o suficiente.

O final deixa um gosto de quero mais. Fiquei com vontade de continuar acompanhando as personagens no segundo livro da série: Coroa da Meia-noite (e nos próximos também, o quinto livro deve ser lançado nos Estados Unidos ainda este ano).

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