12.5.14

Manias da vida particular de autores

Sabe aquela fofoca compartilhada por alguém da família (e sobre alguém da família, o que é pior) que te deixa estarrecida? Foi assim que fiquei ao me deparar com uma matéria escrita por Stacy Conradt para a Mental_floss, na qual ela expôs alguns fatos interessantes da vida íntima de alguns grandes autores, admirados por muitos. É o tipo de informação que se repassa através do imaginário popular (na maioria das vezes é o meio de transmissão mais distorcido) ou de livros e pesquisas, como a autora da matéria afirma ter sido no seu caso. O livro se chama "Secret lives of great authors" e somente com essas "pequenas" fofocas já tive vontade de ler algo do gênero...

Lord Byron mantinha uma lista de suas amantes e aparentemente dormiu com mais de 250 mulheres em apenas um ano.
Dá para se entender quando se trata de um romântico, não é? Ou não. Porém Lady Caroline Lamb o descreveu como "Louco, mal e perigoso de se conhecer". Ele dormiu com ela, é claro... E com a sua prima também. E supostamente com a sua meia-irmã também. E ele comemorou cada caso com um jeito muito, er, inusitado: ele cortou um pedaço de cabelo de cada uma e guardou-os nomeados em pequenos envelopes. Até meados de 1980, esses segredos ainda se mantinham na casa de Byron, porém hoje em dia eles estão desaparecidos.


F. Scott Fitzgerald tinha fetiche por... Pés.
Ele não deixava ninguém ver o seu próprio pé, mas os femininos o enlouqueciam. Aparentemente ele conheceu uma prostituta particular com quem voltou a ter relações para poder rever seus amáveis pés.

William Shakespeare gostava de dar em cima das mulheres de seus próprios amigos.
Uma vez ele ouviu seu amigo Richard Burbage combinando de sair com uma moça num encontro secreto, em que ele teria de se identificar como "Richard III" para ser aceito por ela e ter a sua entrada no quarto permitida. Shakespeare apareceu antes do amigo e deu a "senha" para a moça. Espirituoso, quando Richard apareceu, ele lhe disse que William, o Conquistador, precedeu Richard III.


E a mania de Leo Tolstoi supõe-se que se tratava basicamente de exibicionismo.
Quando ele casou com Sofia Behrs, que tinha 18 anos na época, ele a fez passar a noite de núpcias lendo seus diários. Você poderia dizer que não é tão ruim assim, mas os escritos possuíam detalhes sobre todas as mulheres com quem ele já havia dormido na vida. Sofia não gostou disso. No dia seguinte, ela escreveu em seu diário que a escrita dele era uma "sujeira", demonstrando o quão enojada ficou.

6 comentários:

  1. Que Lord Byron era completamente doido eu já sabia, mas essa do Tolstoi me assustou, MUITO!
    Mesmo assim, adorei saber essas ãn... curiosidades.

    Beijos Mellzinha

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  2. Que doido!!! o.O

    Quando as informações são passadas pelo autor ou por familiares, até dá pra acreditar, mas o 'boca-a-boca' inventa coisa demais... =/

    Tomara que os autores recentes tenham sua privacidade preservada e que suas bizarrices sejam soltas depois que partirem dessa. ~.~'

    Abraços!!!

    Cássia Lima
    Vivendo um sonho por dia

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  3. HAHAHAHAHA Demais! Achei muita mancada a dele!

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  4. Sim, verdade, por isso muita coisa deve ser apenas "mexerico" rs
    Acho que depois de morto é uma coisa, mas enquanto vivo tem nome: invasão de privacidade rs
    Beijos

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  5. Hahahahaha Também fiquei :O quando li! Já pensou que horror casar e ser obrigada a isso? Eita...
    Beijão!

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