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Ensaio sobre a cegueira Saramago

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Uma duas Eliane Brum

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mulheres de cinzas mia couto

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Extraordinário Luandino Vieira

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Luuanda Luandino Vieira
28.10.13

    Oliver Twist, de Charles Dickens.
Editora: Abril
Páginas: 489
{A minha edição é muito antiga e não consegui achar a capa, portanto me permiti colocar esta lindíssima, como não poderia deixar de ser, da Penguin.}

Numa cidadezinha da Inglaterra, uma jovem dá à luz um menino e morre em seguida. O pequeno órfão recebe o nome de Oliver Twist e vive seus primeiros nove anos em instituições de caridade. Não suportando tantos maus-tratos,Oliver foge para Londres, onde inadvertidamente se junta a um bando de marginais, comandado por um dos grandes vilões da história da literatura - Fagin. Passa por muito sofrimento antes de viver feliz com a herança que o pai lhe deixou e a inesperada família que encontrou. Publicado originalmente em folhetim,em 1837-8, Oliver Twist é um dos livros mais famosos de Charles Dickens (1812-70) e o primeiro romance em língua inglesa a ter uma criança como protagonista. Nenhum romancista teve jamais o êxito de Dickens. Se excetuarmos Walter Scott, cuja glória já passou, nenhum romancista teve as tiragens imensas de Dickens, nenhum romancista gravou tão inesquecivelmente as suas cenas e as suas personagens na memória dos povos de língua inglesa. Encheu a sua época, a época vitoriana, e encarna-a até hoje. Pode-se dizer: o mundo de Dickens é a própria Inglaterra da Rainha Vitória; e se, desde então, na velha ilha mudou alguma coisa, Dickens está também envolvido nisso. Com realismo tão impressionante, dizem, descreveu os cárceres para os devedores insolventes, as casas de trabalho forçado, o trabalho dos menores, o sadismo nas escolas, os abusos nos tribunais, nas repartições públicas, nas eleições, que contribuiu poderosamente para abolição daquelas injustiças, e ajudou a criação da Inglaterra moderna. Isto se lê nos livros escolares ingleses, e até historiadores para adultos citam romances de Dickens para ilustrar as condições sociais daquela época.


Oliver Twist narra a história de um menino de nove anos que vivia num orfanato onde a comida era escassa e as crianças viviam sendo maltratadas. Até que um dia, desesperado pela fome, ele decidiu pedir mais mingau de aveia. Tudo muda com esta sua impulsividade, pois os seus inspetores (criaturas horrendas e envoltas por uma crítica tremenda do autor) o expulsam. Por conta disso, ele acaba arranjando um emprego numa funerária, onde coisas ruins continuar a lhe acontecer. Depois de uma experiência traumática ali, ele foge para a capital, Londres (depois de muito andar e mendigar para chegar até lá.) E é em Londres que Oliver é apresentado a Fagin, um judeu mercenário que ensina crianças a roubar. Porém, Oliver é bondoso demais para levar em consideração o que aquela quadrilha tenta lhe transmitir. Acabam envolvendo-o numa tremenda confusão quando duas das crianças ladras tentam roubar um senhor, e a culpa recai toda sobre ele, que nada havia feito senão acompanhá-las por ordens de Fagin. Preso, conhece o sr. Brownlow, um homem bondoso que cuida dele quando adoece na cadeia. 

Eu gostaria que algum filósofo bem-alimentado, cuja comida e bebida se tornassem fel dentro dele, cujo sangue fosse gelo e cujo coração fosse de ferro, observasse Oliver Twist agarrando aquela deliciosa comida que o cão tinha desprezado. Gostaria que tal filósofo presenciasse a assustadora avidez com que Oliver despedaçava os bocados com toda a ferocidade da fome. Há uma única coisa de que eu gostaria mais: ver o filósofo tragar a mesma espécie de comida, com o mesmo apetite.

Só que a vida de Oliver Twist é deveras infortuna, e o leitor espera que algo ruim lhe aconteça para separá-lo desta carinhosa tutela. E, realmente, os mesmos delinquentes de Fagin o resgatam, deixando aí um quê de mistério: por que Fagin (sendo um ser tão mesquinho e ganancioso) se importa tanto com Oliver a ponto de se arriscar ao trazê-lo de volta para perto de si? Depois de tantas aventuras, ainda lhe resta uma: ser o artifício (ou melhor, a sua pequena estatura) para o roubo de uma mansão. Malogrado, o bandido chefe de Fagin foge deixando Oliver para trás, muito ferido e à beira da morte. É neste ponto que conhece a Sra. Maylie e Rose Maylie, as donas da mansão, duas mulheres muito bondosas.

O nome Charles Dickens sempre evocou um sentimento de extrema curiosidade em mim. Sempre que ouvia alguém falar dele (e sempre eram coisas incrivelmente boas), passava algum tempo desejando começar a lê-lo. Mas eu sentia que ainda não estava pronta para encará-lo. Até que uma amiga me deixou ainda mais curiosa sobre o autor, dizendo que, do que já tinha lido dele, somente gostou de Grandes Esperanças, e que Dickens não era lá tudo isso para ela quanto era para outras pessoas.

Não sei se foi pela quebra de expectativa ou se eu já estava pronta para lê-lo. O fato é que andei procurando-o por sebos e acabei acumulando três livros dele. Decidi começar pelo primeiro que troquei em sebos: Oliver Twist. Eu poderia dizer que foi a mistura das duas coisas que me fez começar a leitura do livro, mas hoje tenho minhas dúvidas: estava mesmo preparada para isso? Penso que, provavelmente, eu nunca estarei, e que foi especialmente a quebra de expectativa que me instigou ainda mais.

Digo isso porque arrastei a leitura durante meses e meses. E foi, sem sombra de dúvidas, a leitura que mais tive dificuldade para completar.

Não porque eu não tenha gostado da história, pelo contrário. Mas por motivos mais específicos: como a escrita e o tamanho do livro. Tenho a incômoda sensação de imaginar o livro com somente um pouco mais da metade das páginas que tem, e mesmo assim continuar a transmitir o que deseja (e a ser considerado um bom livro.) Porque a história se arrasta durante 400 páginas e, subitamente, se resolve rapidamente nas 100 restantes. 

Sem contar os abandonos que sofreu em minhas mãos. Não sei se algum professor de redação já chegou para você e comentou algo parecido com isto: "Parece que você parou por aqui e somente depois de muito tempo voltou a escrever do mesmo ponto onde descansou". Alguns capítulos do livro simplesmente terminavam com um clímax e, no próximo, algo mais ameno parecia me impedir de continuar com a leitura. Parece que a história não é narrada com o mesmo ritmo; metaforicamente, tive a impressão de estar numa montanha russa, com altos e baixos. E sempre que eu alcançava os pontos "baixos", deixava o livro de lado durante semanas...

O porém (e talvez tenha sido isso que me fez terminá-la) é que a história tem a capacidade de fisgar a curiosidade do leitor com muita maestria. E eu precisava desvendar o mistério por trás do pequeno Oliver. A sua trajetória toda nos deixa morrendo de vontade de saber o porquê de tudo aquilo, quando é evidente que aquela criança é mais do que uma simples órfã, que seu passado é especial e ainda precisa ser resolvido (a morte da sua mãe durante seu parto parece enterrar, junto dela, quem o pequeno realmente é.)

Não sentir a ausência de nenhum rosto amado e saudoso pesava-lhe o coração.
Já estava tão acostumado a sofrer e já tinha sofrido tanto onde se achava, que não o afligia muito a perspectiva da mudança.

Todas as personagens são importantes para a história. Se por acaso uma delas deixa de aparecer, retornam depois de muito tempo para concluir algo que Dickens quis passar para o leitor, e isso é bem bacana, pois nada acontece por acaso, por mais banal que seja

Talvez o ponto forte do livro seja a forma como Charles Dickens escreve: muito irônico e divertido. Ele nos faz rir das desgraças da pobre criança, pois o tom de crítica permeia todo o livro. Isso o enriquece muito!

Não sei se alguém que já tenha lido a história teve os mesmos pensamentos que eu, mas quando a índole de Oliver Twist era descrita pelo autor durante o livro, sempre surgia um contexto muito parecido com os da Disney: uma pessoa extremamente boa (mas extremamente mesmo!), típico herói do livro... O maniqueísmo é presente em todo o livro.

Não posso afirmar, por enquanto, se é o melhor livro do autor para se começar a lê-lo. Mas espero deixar menos de lado os outros livros que lerei dele. Eu gostei do livro, amei a sua história, só encontrei alguns pontos (como a fluidez - ou a falta de uma) que realmente dificultaram a leitura. 
Os homens que olham para a natureza e para seus semelhantes, e gritam que tudo é sombrio e lúgubre, têm suas razões, visto que essas cores tristes que eles vêem provêm de seus olhos e de seus corações amargurados. Para ver as cores tão verdadeiras e delicadas como elas são, é necessário possuir uma visão mais clara.

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23.10.13

Não sei se já perceberam (provavelmente quem já acessou o Croissant Parisiense - que ele descanse em paz *pausa em sua memória* - percebeu que houve mudanças, e drásticas), mas o meu blog Croissant Parisiense agora mudou de nome para Literature-se. Já faz mais de ano que pensava em mudar o nome para algo mais fiel ao que o blog realmente aborda: os livros. Primeiro, veio o problema do nome... Eu não fazia ideia de nenhum, e foi assim por um bom tempo (sou péssima para escolher nomes, demoro séculos para pensar num decente - e isso para tudo, nome de filho não que eu tenha pelamordeDeus, nome de animal de estimação, nome para blog etc.) 

Até que pensei em Literature-se e fui pesquisar para ver se algum blog já estava registrado com aquele nome. Percebi que há um, em que o último e único post data de 2011. E era bem esse blog desatualizado (será que o dono fez o blog e desistiu logo em seguida? Uma pena) que tinha o endereço que eu queria ter. Infelizmente, esse foi mais um empecilho e eu não mudei de nome. Já esse ano eu resolvi mudar de uma vez e mudar para um endereço estranho, que fosse (como o que está ali em cima na barra de endereço... Separar foi a solução snif)...
update: Agora o blog tem um domínio! QUE FELICIDADE! Sério, pessoal, sempre foi um sonho meu. Então, o atual endereço do blog é www.literature-se.com, deixando para trás o problema do nome estranho rs
Pelo menos teria o meu desejo realizado, enfim. Fiz até um layout que me conquistou por inteiro (o atual). E toda saltitante empolgada, fui montar o html. E não é que o blogger tinha mudado de plataforma me deixando à ver navios na mão desesperada num beco sem saída sem saber como utilizá-la? Pois é, este foi o último grande empecilho e que durou meses, longos meses... Eu deixei de lado, pois não conseguia sequer mudar a cor do texto rs Até que, do nada, durante uma fuçadinha básica, consegui ajeitar o código e voilá! Cá estamos.

Claro que vieram outros problemas. O código foi difícil de ser ajustado (ainda tenho um menu vermelho que eu queria que fosse azul, mas acho que já acostumei com o vermelho, mesmo. O que vocês acham, combina?) e o redirecionamento para este novo endereço foi um Deus me acuda desafio! Mas não é que gostei do resultado? Ficou bem mais simples, organizado e navegável... Tudo o que o outro blog não era. Amo blogs bem organizados, e finalmente consegui deixar o meu do jeito que morria de vontade de deixar. E tudo isso sem gastar nada, só fuçando. Mas eu ainda invisto numa header (imagem do topo) personalizada (daquelas em formato de desenho da própria blogueira, sabem?) quando eu tiver dinheiro rs E isso é assunto para depois...

Agora, queria saber a opinião de vocês a respeito das novidades. Sei que muitos gostavam do antigo nome (várias pessoas me aconselharam a não mudá-lo), que era mais personalizado e tudo o mais, mas era um desejo meu bem antigo mudá-lo e contextualizá-lo ao tema do blog, então é muito importante para mim saber o que acharam.

Se tiverem alguma sugestão de mudança, alguma reclamação, crítica construtiva etc, serão mais que bem-vindos a comentarem sobre (ou enviarem uma mensagem na fanpage do blog, ou via e-mail, o qual também mudou! blogliterature-se@hotmail.com)...

E, aproveitando a deixa, gostaria de divulgar as redes sociais do blog para quem ainda não conhece todas:

 É muito importante para mim e para o blog que vocês curtam e sigam as redes sociais. Em especial porque podemos nos comunicar melhor e ajudar o blog a se difundir e ser compartilhado :)

E aí, o que acharam das mudanças?

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22.10.13

PROTEJA-SE. CUIDE-SE. AME-SE.
Sou suspeita para falar sobre esse assunto. Desde pequena, a realidade do câncer de mama afetou a minha família. Eu tinha dois anos. E minha mãe já sofria com esse mal. Nesse período eu passei muito tempo com a minha tia-avó e com a minha avó (amor da minha vida!), criando, possivelmente, laços sentimentais muito profundos com ambas. Minha querida mãe lutou bravamente contra esta doença que maltrata e que não faz distinções sociais (afinal, qualquer um pode ter câncer.) Por aquilo que chamo de milagre, e pela bênção de Alguém Superior, minha mãe hoje está viva e saudável, mesmo com cicatrizes da guerra (ela perdeu um dos seios.) Tenho-a como uma heroína, completa e absurdamente linda. Algumas pessoas podem olhar para ela e achar estranho - e muitas vezes feio - ela não ter um dos seios, mas eu acho lindo, não consigo desconsiderar o respeito que impõe. Ela é uma guerreira.

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13.10.13


[manual prático de bons modos em livrarias], de hillé puonto Lilian Dorea.

Editora: Seoman
Páginas: 229
ISBN: 9788598903712
Em 2011 a livreira Lilian Dorea criou o blog [manual prático de bons modos em livrarias], para revelar histórias saborosas e hilárias de seus atendimentos em livrarias. O sucesso foi imediato e ela passou a receber relatos de outros livreiros. Agora, transformado em livro, ela reúne os melhores “causos” do blog, histórias inéditas, curiosidades, dicas de livros, blogs, sites e, claro, livrarias e sebos. Se você quiser evitar ser o novo protagonista de um post do [manual prático de bons modos em livrarias] é melhor ler este livro com toda atenção e aprender a “etiqueta” das livrarias.

Provavelmente eu nunca indiquei blogs por aqui. Quanta vergonha na cara em dizer isso, pois fico muito chateada em confirmar: eu nunca indiquei o blog [manual prático de bons modos em livrarias] para vocês. Por essa e outras, estou em falta com vocês... Porque o blog da hillé puonto é simplesmente sensacional (vejam abaixo o quão sensacional eu acho, já que repito essa característica milhares de vezes no vídeo - sim, eu considero esse livro incrível, muito bom, fenomenal, etc etc também rs)

 Calma lá, eu explico melhor. Lilian Dorea, uma paulistana que mora no Rio de Janeiro trabalha numa livraria e decidiu criar um blog para contar os causos que ocorrem em sua vida. Causos = delírios dos fregueses. Confusão de nome de autor, de título, de editora, de conceitos (oi, e-books não possuem uma prateleira só para eles em livrarias - ou eu deveria dizer confusão de existência?), de produtos vendidos em livrarias... São tantas alucinações que não tem como não amar cada freguês e o amor que cada um tem para dar (como a singela conduta de se iniciar uma conversa com educação - um bom dia/boa tarde/boa noite/obrigada faz o dia de qualquer pessoa.) Como expliquei no vídeo-resenha, quem ama literatura irá amar este livro, pois o leitor se apega às situações que citam aquilo que gosta: sejam obras ou autores.

Freguês: Olá, eu queria um livro só que eu não sei o título.
Livreira: Você sabe alguma informação sobre ele?
Freguês: Então, ele tem várias páginas.

Ótimo para quem precisa de uma diversão, o livro promete muitas gargalhadas de incredulidade (depois de tanta asneira, começamos a entender que o trabalho de livreiro é pra lá de perfeito). Eu o li durante viagens de ônibus, entre aulas e em casa, mas nada se comparou ao meu momento chorando-litros-de-tanto-rir depois de uma aula (ok, eu gargalhando dentro do ônibus também deixou os passageiros me olhando torto rs.) Creio que foi um ótimo meio de divulgar o livro, pois todos queriam saber do que eu estava rindo e ficaram curiosos quanto ao blog e ao seu tema. E acredite, ele é um ótimo amigo (blog e livro)... Depois da leitura você percebe que aquela sua gafe na livraria de um tempo atrás é normal - e, talvez, muito normal mesmo, se comparando com as situações alarmantes. É até contagiante, pois vários leitores resolvem contar seus causos pessoais (encontrei até um blog de uma livreira que resenhou o livro e contou algumas situações hilárias pelas quais passou... Dê uma olhadinha no blog Eu li, e agora?)

Freguesa: Boa tarde, você tem aí o livro daquela menina famosa?
Livreira: Mas qual menina?
Freguesa: Aquela lá, o Anne Frank, Drogada e Prostituída.
Livreira: Não seria O diário de Anne Frank?
Freguesa: Acho que sim, mas ela também não foi drogada e prostituída?
(O que Christiane F, Anne Frank e Bruna Surfistinha tinham em comum? As três eram blogueiras!)

A fofíssima e a mais querida livreira :)
 Lilian Dorea nos proporciona momentos de diversão e um humor inteligente. Você gosta de Capitães da areia? de Moby Dick? Crime e castigo? Água para elefantes? Admirável mundo novo? Irá adorar a inserção de seus queridinhos em conversas surreais e um tanto quanto desconfiáveis (posso lhe garantir que todo livreiro garante a veracidade dos fatos!) Indico para TODO MUNDO que gosta de ler. Você PRECISA ler! Agora mesmo!

O livro é dividido em Parte I - Manual super prático de bons modos em livrarias (o que se deve evitar fazer/perguntar em livrarias e o que se deve saber ao entrar em uma), Parte II - Causos e delírios livrescos (os diálogos mais divertidos que há), Parte III - Freguesia (porque existem tipos e tipos de fregueses e porque eles também presenciam delírios por parte dos livreiros -adik), Parte IV - Curiosidades livrescas (algumas perguntas frequentes e suas devidas respostas) e Parte V - Serviço (indicações de sebos, livrarias e blogs/sites sobre livros.)

Quero agradecer à editora Seoman por, mesmo depois de nossa parceria ter sido encerrada, topar me enviar um exemplar para leitura e resenha. Foi uma surpresa amável recebê-lo em casa! E os cuidados que tiveram quanto à diagramação, à revisão (aliás, perfeita) e às ilustrações é simplesmente incríveis.

Abaixo, meu vídeo-resenha lá no canal do blog no Youtube.


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