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Ensaio sobre a cegueira Saramago

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Uma duas Eliane Brum

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ao farol virgínia woolf

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mulheres de cinzas mia couto

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Extraordinário Luandino Vieira

resenha 6

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Luuanda Luandino Vieira
28.1.11

Morte e Vida de Charlie St Cloud, de Ben Sherwood.
  • Editora: Novo Conceito.
  • ISBN: 9788563219183
  • Páginas: 296

Um coração dividido entre dois mundos. Em uma pacata vila de pescadores da Nova Inglaterra, Charlie St. Cloud cuida dos gramados e monumentos de um antigo cemitério onde seu irmão mais jovem, Sam, está enterrado. Após sobreviver ao acidente de carro que tirou a vida de seu irmão, Charlie recebe um dom extraordinário: ele consegue enxergar, conversar e até mesmo brincar com o espírito de Sam. É neste mundo místico que entra Tess Carroll, uma cativante mulher treinando para navegar sozinha ao redor do mundo em um veleiro. O destino faz com que seu barco seja apanhado por uma violenta tempestade, trazendo-a assim para a vida de Charlie. Sua bela e incomum ligação os leva a uma corrida contra o tempo e a uma escolha entre a vida e a morte, entre o passado e o futuro, entre apegar-se ou deixar o passado para trás – e a descoberta que milagres podem acontecer se nós simplesmente abrirmos nossos corações.

Morte e Vida de Charlie St Cloud é uma estória de muitos ensinamentos. Creio que numa vida bem aproveitada, temos que saber definir bem o certo e o errado através de nossos aprendizados. Esse livro nos passa mensagens  tão delicadas e tocantes, que não tem como deixar de nos marcar. De qualquer forma, o leitor sempre lembrará de suas passagens, pelo simples fato de conter ensinamentos.

Charlie St Cloud é um jovem que vive com sua mãe e seu irmão mais novo. O foco aí é a amizade que os dois possuem, pois são melhores amigos e compartilham várias paixões, principalmente o beisebol. Ambos são dois adolescentes promissores e de comportamentos excelentes. Focando Charlie, este possui um futuro brilhante, tendo várias conquistas em seu currículo escolar, ainda mesmo no Ensino Médio. Tudo isso muda quando, por uma escapada da realidade, Charlie decide ir com o irmão num jogo de beisebol. Citando uma passagem do livro, "Para ser mais preciso, Charlie arruinou tudo na sexta-feira, 20 de setembro de 1991". O jovem, ainda sem licença para dirigir, rouba o carro da vizinha e leva seu irmão para um emocionante jogo. Na volta, um terrível acidente acaba por transtornar toda a sua vida - e por acabar com a de seu irmão.

Com a morte de Sam, Charlie se vê desnorteado sem o apoio irmão. Mas ele fez uma promessa à ele, antes que morressem; Não iria abandoná-lo jamais. E essas palavras lhe concederam um dom que lhe acabou com todo o precoce brilhantismo de seu futuro. Charlie passou a ver os espíritos no Limbo, um local entre a vida e a morte, em que os mortos têm que passar antes de concretizarem sua passagem e que permanecem pelo tempo que determinarem. Para manter a promessa feita à Sam, Charlie precisa vê-lo constantemente ao por do sol, hora do dia em que seu irmão lhe aparece, ainda no Limbo. 

O livro começa com o acidente dos irmãos, fato narrado pelo bombeiro que fez o resgate. Depois a estória vai sendo contada com a alternância dos narradores, treze anos após o acidente: ora Charlie, ora Tess. Tess Carroll é uma brilhante velejadora, bem sucedida e com sonhos maravilhosos. Ela conhece Charlie num momento de sua vida que irá surpreender até o mais insensível dos leitores. Uma paixão surge entre os dois, e esse belo sentimento começa a ameaçar a ligação existente entre os irmãos St. Cloud.

É nesse clímax que você percebe o tormento em que transformou-se a vida de Charlie após o acidente; ele deixou de viver, apegado a uma promessa, e fez de sua vida um mar ausente de sonhos. Suas realizações cessaram, ele estagnou sua vida e nada mais fez para conquistar o que almejava. Percebeu que colegas de escola estavam mais bem sucedidos do que ele, pelo simples fato de terem corrido atrás daquilo que desejavam; Ele finalmente foi percebendo que deixara de viver por algo há muito perdido... E que tudo o que lhe ocorrera, havia acontecido por um motivo muito nobre: ele estava destinado a reviver uma alma doce e singela, possuia uma razão genuína para ter aquele dom.

Ben Sherwood chegou a ser comparado com Nicholas Sparks. Ambos são romancistas que tratam de laços de amor, e nos contam estórias tocantes. Mas não posso compará-los e dizer que são parecidos, pois estaria sendo injusta. A escrita de Sherwood é fluida como a de Sparks, mas em Morte e Vida de Charlie, ele aborda um tema que Nicholas não o faz: o sobrenatural. Mas uma coisa eles têm em comum: as estórias que ambos contam, nos toca o coração mesmo (e é bem provável que te faça chorar no decorrer da leitura HAHA).

E não poderia deixar de mencionar o trabalho da editora Novo Conceito. Gosto de sempre de deixar o meu comentário sobre o trabalho editorial do livro em questão, e não poderia ser diferente com esse. 
A diagramação é ótima, o material usado já é conhecido da editora, e pessoalmente, eu adoro! É super fácil de manusear, e de certa forma é leve. A capa é muito bonita, e também é uma característica da Novo Conceito, pois usaram o cartaz do filme baseado no livro (que tem Zac Efron interpretando Charlie St. Cloud!). Não vi nenhum erro de revisão, o que me deixou super feliz!

Agora quero assistir ao filme, e ler outros livros do Ben Sherwood, se possível HAHA
(Procurando a minha nota para o livro? Ela está ali, oh, à direita, marcada num post-it roxo;)
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12.1.11

Hathor, por Markus Thayer
  • Editora: Novos Talentos da Literatura Nacional (Novo Século)
  • ISBN: 978-85-7679-394-6
  • Páginas: 349
Compre no Submarino por R$29,90, ou pela Livraria Cultura. E saiba mais sobre o livro no próprio site que o autor criou!




Inglaterra, 1856
John McBrian é aluno em uma renomada faculdade de Cambridge. Entretanto, sua vida pacata de estudante está prestes a mudar. O que a princípio parecia ser apenas um trabalho de escola coloca o jovem inglês em extremo perigo.
Um mistério intrigante, fenômenos inexplicáveis e mensagens criptografadas levam John a cruzar o oceano, onde seu destino o aguarda.

Hathor é um livro muito intrigante. Sua sinopse não te prepara para o que você vai ter o prazer de ler e se encantar, porque a estória do livro é assim, surpreendente de tão incrível! 

John McBrian é um estudante inteligente que, diante de um trabalho difícil com um prazo super curto, emprestou um livro antigo da biblioteca (porque a estória toda se passa no século XIX, ou seja, há muito tempo, onde a tecnologia pouco existia) e nele encontrou um mapa escondido de algo desconhecido. Ele não pensa duas vezes antes de decidir mostrar a novidade para seu professor, a quem admira, e perguntar-lhe o que fazer com sua curiosidade. O mestre fica igualmente curioso, e juntos decidem ir atrás do segredo que o mapa guarda. Eles decifram algumas pistas, vão até o lugar onde o mapa os incita e, depois de algum tempo, encontram uma caixa junto com um livro e uma misteriosa chave. 

Mas como estavam fazendo muito alarde sobre o caso do mapa, o povoado da cidade onde a caixa estava escondida começou a opinar sobre um possível tesouro. O mestre, junto com John e um outro estudante, acham que tal tesouro não diz respeito à jóias ou dinheiro, mas sim, da ciência. Entretando, um certo grupo de ninjas moradores da cidade, pensam que a possibilidade de ser um tesouro envolto em jóias é maior, e decidem por roubá-los o livro. Felizmente, o grupo dos aventureiros tiveram a ideia de separar o conteúdo da caixa, e a chave ficou em outro lugar do livro, assim um dos ninjas, que foi destinado a roubá-los a caixa, somente conseguiu o livro.

Ao saberem do furto, o grupo, que agora contava também com alguns ladrões da cidade natal deles (que mudaram de ideia e decidiram por ficar ao lado dos pesquisadores) e com duas mulheres, Emma, a secretária do Mestre (e também namorada de um dos ladrões, Klaus), e sua mãe, Mary, decidiram por continuar em busca do tesouro que aquele livro, agora furtado, e aquela chave apontavam. No livro, lembravam de ter o Brasil, uma terra distante e desconhecida por eles, citada como o berço do tesouro. E é para lá que decidem partir. 

Com uma certa dose de ação (afinal, os ninjas são muito bem preparados!), eles preparam-se para a partida. E é incrível, repito, incrível o tesouro que eles virão a descobrir. Eu ainda fico me perguntando como é possível alguém desafiar as leis da Física e todo o nosso conhecimento e nos mostrar o que inventou como o tesouro. Eu adorei, e há muitas explicações científicas que não sei ao certo dizer se são ou não aceitáveis, já que fico boiando em todas elas. 

Enfim, não há apenas aventuras e ações em Hathor. Ao passar das descobertas, nossos aventureiros vão provando de um geenuíno amor. Não todos, é claro. Personagens como Tom e Yuri me fizeram dar boas gargalhadas, e várias outras figuras me inebriaram (estou tentando evitar contar algum spoiler).

John enfim conhece o amor, assim como Sir Oliver, e todos são agraciados com uma magnífica descoberta que vai abalar o conhecimento e a crença de todos, até as do leitor.
A leitura é fluente, apesar de o início não ser a melhor parte do livro, devido a viagem dos aventureiros, que torna-se um pouco cansativa (mas pude perceber que o autor evitou isso.) O final é ótimo, mas deixa um gostinho de quero mais intenso, e agora estou louca para poder ler a continuação. 

A escrita de Markus é muito boa, e eu ri com alguns termos usados por ele, como "sapeca". Ademais, gostei muito da diagramação do livro. A capa diz muito sobre a estória (você só vai perceber a semelhança quando descobrir o segredo de Hathor, pois até lá, passa-se apenas por uma cidade incrível: Londres), e fiquei até sabendo que quem a fez foi a própria filha do autor, também escritora e que já tive o prazer de fazer uma entrevista, a Kamila Denleschi.

Indico a leitura de Hathor àqueles que gostam tanto de aventuras, quando de romances. Você irá descobrir o segredo de Hathor que eu, particularmente, amei descobrir e me surpreender com ele!
(Procurando a minha nota para o livro? Ela está ali, oh, à direita, marcada num post-it roxo;)
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7.1.11

Ano novo… Promoção nova! E essa, na verdade, é uma MEGA PROMO! Alguns blogs se reuniram e vão dar a chance de três leitores sortudos levarem para casa os seguintes livros: A Última Música, Diário de Uma Paixão, Querido John, Wake, Fade, Cidade dos Ossos, Estrada da Noite, Praticamente Inofensiva, Noites de Tormenta, A Hospedeira, Binno Oxz e o Clã de Prata, Contato Visual, Crepúsculo Vermelho, Marcada e A Morte do Cozinheiro. Vários deles eu já resenhei no blog e você pode conferir aqui.



Além dos livros os vencedores vão levar, também, marcadores, bottons e livretos. O primeiro sorteado tem o direito de escolher 6 livros da lista; o segundo sortudo pode escolher 5 livros da lista, exceto os que o primeiro ganhador escolheu; e o terceiro colocado leva os 4 livros restantes.
Para participar é MUITO fácil! Quer saber como?




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6.1.11

Chantilly, de Mare Soares.
  • ISBN: 978-85-910699-0-3
  • Páginas: 147
Publicação independente.
Um diário foi escrito. Catherine Aragon, numa atitude desesperada, escreve suas recordações em busca de socorro. Somente dez anos depois suas palavras foram ouvidas por um renomado cientista. Ethan Stuart, um homem com pouco carisma, toma as rédeas da situação para tentar ajudá-la. Ele contará com a ajuda de personagens suspeitos: o exótico Leon Saiter, um alcoólatra sem muita perspectiva, que arriscará a própria vida para obter êxito na resolução do caso, e a interessante Anabelle, que vive um dilema dentro de si onde questionará suas verdades e seus valores. A tríade investigadora conclui a soma dos catetos, tornando Chantilly um dos desafios mais intrigantes do seu viver. Mergulhe nesta aventura, em um ambiente noir, repleta de mistérios a serem desvendados numa cidade onde as pessoas perderam as lembranças.


O livro é todo misterioso. Conta a estória de uma cidade que foi arrasada por uma praga que provoca amnésia. Através de diários, uma das personagens começa a escrever sobre o que está acontecendo na cidade, o que ela está observando, para que mais tarde alguém venha a ajudá-la, pois percebe que está perdendo suas memórias. Seus relatos são encontrados por um cientista dez anos depois, e Chantilly já tornou-se uma cidade perigosa e totalmente diferente daquela em que Catherine Aragon descreveu anos atrás. Ethan Stuart, o curioso cientista, começa sua jornada em busca de respostas para a pergunta que não quer calar "O que aconteceu em Chantilly?".


Assim, endereça algumas cartas à Catherine, pedindo para marcarem um encontro a fim de recolher mais informações. Ele vê nela a esperança de que precisava, pois os habitantes da misteriosa cidade há muito se dispersaram.  Ela lhe retorna, dizendo que não quer ser vista. Seu estado físico a impede, alega. Outro mistério que Ethan não estava a fim de aturar. Ao mesmo tempo em que mantém contato com Catherine através das cartas, um sujeito muito estranho lhe contata, dizendo que foi um morador de Chantilly e que a sua falta de memória lhe incomoda. O que Ethan descobre é que ele é Leon Saiter, um vagabundo que vive bêbado, mas que realmente perdeu suas memórias. Pede para que lhe encontre em Paris, para assim darem continuidade à pesquisa. Os dois se estranham muito no começo, pois são como água e vinho, mas com o passar da convivência eles acabam descobrindo uma amizade bem diferente nascendo. E juntos, decidem que é necessário conhecer Catherine, pois ela é a chave de partida de suas buscas. Além da moça, procuram por um geneticista que garante ajudar, mas é chegando em sua casa que Ethan e Leon entendem com o que estão lidando: alguém matara o geneticista e deixara uma cena ignóbil na própria casa da vítima, como que um recado para os curiosos. Sem qualquer dúvidas, até Leon, com sua lerdeza e ingenuidade de bêbado, descobre que há muito mais por trás de estória do que eles imaginavam e que a jornada é bem mais que perigosa - é suicida. 

O livro é cercado de mistérios durante toda a leitura, e pouca coisa é solucionada neste volume. A leitura é rápida, muito fluente; li em uma tarde. Chantilly termina com um gostinho de quero mais irritante. Eu senti a necessidade de mais páginas, explicando a situação melhor, descrevendo mais calmamente os personagens, e encorpando a estória do livro. Estou ansiosa pela continuação, pois preciso saber de todo o mistério que cerca a cidade de Chantilly! Esse mistério é tão envolvente que não surpreende por ser a sustentação de toda a estória.

Um ponto bacana são as constantes viagens dos personagens. Aqui, ainda, sinto a necessidade de uma descrição dos lugares, para sentirmos a inclusão das personagens. Acharia bacana que os cenários fossem mais explícitos.

E não poderia me esquecer da linda capa; ela, com certeza, te conquistou. Dá até água na boca! (Não, a estória não tem nada a ver com comida haha) Devo ainda dizer que a escrita da Mare é muito justa ao contexto, e ótima! Além disso, se trata de uma publicação independente, e eu só vi mínimos erros de revisão, que podem até passar despercebidos! Ponto super positivo!
Queria agradecer, novamente, à Mare Soares pela oportunidade de ler seu livro. 

(Procurando a minha nota para o livro? Ela está ali, oh, à direita, marcada num post-it roxo;)
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5.1.11

Não sei se vocês já me viram comentando, mas depois que a Liv do Wishing a Book fez um vídeo indicando a série Wicked Lovely, cai de amores por ela (fadas!!). Só que há um porém que piora a situação de muitos leitores que não lêem em inglês ou que preferem ler em português: a série ainda não foi publicada por aqui. Mas a editora Rocco já publicou que lançará a série em 2011, mas que ainda não possuem data prevista.
Wicked Lovely, da estadunidense Messa Marr, conta com quatro livros já publicados nos Estados Unidos, e o lançamento de Darkest Mercy, o quinto, está previsto para Fevereiro de 2011 nos EUA.


Primeiro livro da série: 

Título Nacional: Encanto Fatal (Tradução Livre)
Ano de Lançamento: Previsto para 2011
Número de Páginas: Sem Previsão
Editora: Rocco
Tradutor: Sem Informação
Título Original: Wicked Lovely
Ano de Lançamento: 2007
Número de Páginas: 328 páginas
Editora: HarperCollins Publishers

Sinopse: Em seus dezesseis anos, Aislinn se comporta aparentemente como qualquer garota de sua idade. Sai com suas amigas, gosta de música e tem um garoto em mira, ainda que desse último ela não esteja muito certa. No entanto, também tem algo nela que não tem nada se normal: assim como sua avó, Aislinn é capaz de distinguir os Élfos que vivem invisíveis entre os humanos, um dom incrível, que mais que um dom é uma maldição, pois esses seres não gostam de serem descobertos e costumam castigar com crueldade as pessoas que detectam sua presença. Sendo assim, seguindo ao pé da letra as regras secretas que sua avó lhe ensinou – nunca atraia a atenção dos elfos, não responda aos elfos, não olhe para os elfos – Aislinn terá que se virar para passar despercebida, especialmente aos olhos de Keenan, o rei dos elfos, que se propôs a seduzi-la e convertê-la em sua rainha. (Tradução: MadeMoiseLLe; Fonte: Sobre Livros).






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3.1.11

 Todos os leitores do Croissant Parisiense já devem saber que o livro que mais gostei de ler de 2010 foi Apátrida, da autora Ana Paula Bergamasco. Indico a leitura para qualquer pessoa, pois é uma lição de vida e tanto! Recebi meu exemplar através de uma parceria com a escritora, já resenhei aqui no blog e não pude resistir a propor uma entrevista! A Ana Paula aceitou prontamente e foi uma querida desde sempre.
  Na realidade, descobri que temos muito mais em comum do que eu imaginava. Ela estudou num SESI, e eu também. Ela também estudou num colégio técnico, e assim eu também já estudei. Além disso, ela é formada em Direito pela Usp, e meu maior sonho é passar na Fuvest em Direito esse ano. Incrível, não? Ela ainda é uma ótima escritora

 Eu chorei fiquei muito emocionada com as respostas e garanto para vocês que vale a pena tirar uns minutinhos para conferir essa entrevista!
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Mais um ano se passou, e fico feliz em poder compartilhar algo em comum com vocês. Quero desejar a todos que passam por aqui um ÓTIMO 2011, que esse ano realmente faça a diferença na vida de vocês!
Hoje eu estou assim, um pouco na vibe de "mudança" e organização. Estou pra iniciar o terceiro ano do Ensino Médio, e com um puta medo (desculpem a expressão, mas era necessário HAHA). Enfim, vai ser difícil manter o Croissant Parisiense, principalmente como mantive em 2010, mas vou fazer o possível para não deixá-lo de lado, afinal, ele já faz parte de quem eu sou...
E como eu ainda não fiz uma retrospectiva literária, muito menos fiz um post com alguma mensagem linda de superação e afins, cá estou eu. Ano passado retrasado eu comecei com a ideia de um desafio literário: meta: 50 livros em 2010. Infelizmente, após uma contagem, eu percebi que só li 40 :( E nesse ano infelizmente o número deve diminuir devido ao vestibular. Mas enfim, o que realmente importa foram os livros que li, que são ótimos, por assim dizer...

1 - Diários de Um Vampiro, O Despertar
2 - Diário da Princesa, Princesa Para Sempre
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